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domingo, 16 de fevereiro de 2020

Varatojo

Desenhos do Varatojo no encontro numero 30 dos Oeste Sketchers.
Platinum Pen, Atramentis Ink e Pentel Brush Pen mais aguarelas.
Belo encontro de desenho num local fabuloso :D




segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Moledo na Lourinhã

Dia 4 estivemos em Moledo, apesar dos fortes ventos gélidos arriscamos e fizemos muito bem.
Depois de uma breve introdução sobre a iniciativa Moledo Acontece, onde nos foram apresentados alguns factos históricos sobre Moledo e um percurso de estátuas que povoa a aldeia.
Dispersamos à procura de locais abrigados com perspectivas interessantes, a maior parte dos sketchers começaram pela zona mais alta,  um planalto com excelentes vistas onde a vegetação, a rocha e os moinhos tornavam a paisagem congelada no tempo. 

Alguns dos meus registos 


A Paisagem de Moledo no topo da Aldeia



Depois de explorar a parte da aldeia mais alta, descemos pelo casario até ao largo da igreja e exploramos com desenhos os enquadramentos dos caminhos envolventes.






 As estátuas e os caminhos interessantes eram muitos, alguns ainda seguiram parte do caminho museológico ao ar livre mas o resto teria de ficar para a tarde, era hora da partilha de desenhos e do almoço gentilmente oferecido pela junta de freguesia de Moledo. Juntamo-nos à população, partilhamos os registos da manhã e tiramos uma foto de grupo.




A tarde foi cheia de descobertas, o sol aquecia de vez em quando e entre o casario apareciam conjuntos interessantes, alguns em ruínas, outros reabilitados.




A meio da tarde, acompanhamos o lanche com mais uma partilha de desenhos e outra foto de grupo, trocamos mais experiências e demos o encontro por encerrado.


Apesar do frio e dos ventos fortes, o sol e o almoço aqueceu-nos muito bem, um excelente dia, o qual agradecemos à junta de freguesia de São Bartolomeu dos Galegos e Moledo, Zita Silva, Cristina Henriques, João Leirão e a todos os que possibilitaram esta excelente experiência.

sábado, 25 de novembro de 2017

Bombarral

O Monbarral, como era conhecido no século XIII (Monte do Barral), já foi uma herdade pertencente ao Mosteiro de Alcobaça, fazia parte de uma grande área, juntamente com Alcobaça, Nazaré e parte das Caldas da Rainha onde os monges de Cister, ordem religiosa de São Bernardo desbravaram terras e desenvolveram a agricultura.
O desenvolvimento desta terra parece ter desacelerado, nesse processo sobreviveram algumas pérolas da identidade desta terra, tanto na vertente construída como no bom costume de bem receber.
É fácil de imaginar o que os monges e camponeses destas terras faziam durante a tarde dos dias mais calmos, é uma terra de vinhas e vinho.
No centro do Bombarral, fiz um registo da casa onde viveu Abel Pereira da Fonseca, foi projectada pelo arquitecto Norte Junior na primeira metade do séc. XX, dá-nos uma atmosfera pitoresca e romântica muito interessante.



Acabou por ser um encontro pouco produtivo, especialmente depois do almoço, aqui fica o possível registo da tarde, nos jardins da Câmara Municipal, onde se deu o almoço prolongado. 
Foi um encontro surreal, não só pelo excelente convívio e pela celebração dos dez anos dos urban sketchers, com acompanhamento a nível mundial mas porque não é todos os dias que se almoça com um presidente de Câmara e se continua pela tarde em conversas interessantes, onde se juntam quatro americanos alternativos do Texas, castanhas, licor de medronho e jeropiga.


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Nocturno em Santa Cruz

Sexta-feira organizamos um mimo, algo diferente para juntar aguarelistas e sketchers a desenhar durante a noite.
O tempo mudou e a noite não teve céu estrelado, o manto de luz da Lua Cheia não se notou e o mar de azul negro profundo e reflexos saltitantes ficou oculto no chuvisco da neblina...
Depois de alguns reencontros e troca de histórias emocionantes dispersamos pela rua comercial principal, os veraneantes adoraram e alguns ficavam colados a ver coisas a nascer no papel, as crianças queriam ficar a pintar.
Usei uma folha grande com ecoline, num papel mansinho para mestres e rebelde para amadores.
 Depois de estar com alguns miúdos que adoraram as manchas experimentais, provavelmente porque ainda não tinha ligado a lanterna, mudei de sitio e fui sentar-me no chão ao pé de outros sketchers.
Liguei uma engenhoca, emprestei outra lanterna a uma miúda muito entusiasmada a pintar, preparei a aguarela e registei um pouco da multidão entre os artistas.
À direita, Filipe Reis no muro, no banco, Pedro Alves e António Procópio debruçado, entusiasmadíssimo a pintar, no centro, António Bártolo (Presidente da AAPOR – Associação de Aguarela de Portugal) no cavalete, à esquerda, Marie-Paule Dupuis (Aguarelista e Arquitecta) na sua prancheta apoiada.


Ainda fizemos a habitual partilha com os que aguentaram o chuvisco e enquanto as aguarelas ainda secavam.
Agradecimentos a todos os que aceitaram o desafio e resistiram às condições atmosféricas, à AAPOR, ao António Bártolo, que além de excelente artista tem promovido a pintura de aguarela na rua e a troca de experiências entre grupos e pessoas.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Vimeiro

O regimento dos Oeste Sketchers juntou-se e foi fabuloso, registou o que conseguiu da recriação histórica da Batalha do Vimeiro de 1808, fizeram registos debaixo de fogo cruzado e com grande "instinto de sobrevivência". 
Nesta batalha não fui fardado mas andei a espiar as tropas do inimigo, o primeiro desenho não começou bem mas acabou por mostrar os sketchers e a população à espera do evento com linhas, depois em manchas, as tropas, portugueses de castanho e camponeses de cinza escuro, ingleses de vermelho e franceses de azul.


À tarde havia animação na feira oitocentista e a variedade de mercadores era impressionante. Enquanto alguns ficaram a desenhar pessoas e fardas, ou a degustar a bela filhós, eu resolvi procurar uma zona calma e mais despercebida com vista para a paisagem do campo de batalha, onde o acampamento militar se mostrava deserto.
Acabei o bloco com um desenho panorâmico, vai deixar saudades, o resto foi convívio ;)




quarta-feira, 21 de junho de 2017

Porto I_II

O POSK fazia um ano e mesmo a calhar, aproveitei o encontro no Porto, dia 17.
Tive a oportunidade de conhecer melhor o grupo de desenho do Porto e fiquei surpreendido.
Representando a zona norte, são poucos mas de grande simpatia e com grandes talentos,
até me surpreendi quando admiraram o meu caderno, porque na realidade os mestres são eles.
A manhã estava calma e a simpatia de algumas esplanadas levou-me a rabiscar antes do encontro.

Enquanto se preparava o arranque de mais uma etapa de desenho, falava-se de gruas e da pressão imobiliária, aos poucos fui apanhando o Skyline visto da Sé e as gruas la ficaram.

As escadinhas do Barredo eram vigiadas por gaivotas, uma delas veio logo ver o que estava a fazer, mas não ficou impressionada. Os turistas às vezes espreitavam e metiam conversa, aos poucos sugou-se quase o tempo todo.

Para acabar a manhã ainda apanhei mais um pouco das escadas e a família do André, o Tomás até fez uma pose campeão e esteve 5 minutos quieto.

À tarde fomos à procura de pontes e sombra, do lado de Vila Nova de Gaia, optei pela Ponte D. Maria Pia.


Depois das despedidas, ainda desenhei enquanto me esticava no jardim, ao fundo havia um pequeno concerto ao vivo.